Educação, Filosofia e Sociedade [Plano de Curso de Graduação]
Eduardo O C Chaves
I. Objetivo Geral da Disciplina
Esta matéria, depois de uma apresentação geral das principais tendências dentro da filosofia política, foca sua atenção na filosofia política liberal.
O liberalismo é, antes de mais nada e primariamente, uma filosofia política, não uma teoria econômica. Entretanto, enquanto filosofia política, o liberalismo não poderia deixar de ter implicações ecoômicas (como, também, implicações para a área educacional e outras). O cerne da filosofia liberal está na tese chamada do "estado mínimo", a saber, de que o melhor estado é aquele que governa o mínimo possível, deixando, portanto, aos cidadãos o máximo de liberdade compatível com a vida em sociedade. O grande inimigo da filosofia liberal é o socialismo, que defende a tese de que o estado deve governar o máximo possível, chegando até mesmo ao ponto de ser proprietário de todos os meios de produção. Assim, a pedagogia liberal (i.e., as implicações pedagógicas do liberalismo) se contrapõe, naturalmente, à pedagogia socialista (i.e., as implicações pedagógicas do socialismo).
Mas, obviamente, a gama de alternativas na filosofia política não se esgota no liberalismo e no socialismo, embora estas sejam as duas principais alternativas, as outras assemelhando-se mais a uma ou à outra.
O liberalismo se distingue do anarquismo em relação à seguinte questão: o anarquismo defende a não existência do estado, visto que considera possível a vida social regulada apenas pelos próprios indivíduos, voluntariamente, sem necessidade de um poder maior. O liberalismo, como o próprio termo indica, defende a liberdade -- a maior liberdade possível, para os indivíduos, que seja compatível com a vida social, isto é, com o fato de que indivíduos vivem em sociedade. O liberalismo considera que, sendo a natureza humana o que é, não é possível preservar a liberdade dos indivíduos sem um estado que a defenda contra violações por outros indivíduos, que sirva de árbitro para julgar desavenças entre indivíduos, e que se ocupe em defender a liberdade dos seus cidadãos contra agressões externas. Essas funções do estado, relacionadas com a proteção dos indivíduos uns contra os outros (função policial), com a arbitração de desavenças (função judicial) e com a proteção dos indivíduos contra agressão externa (função militar), são funções legítimas e indispensáveis para a preservação de um máximo de liberdade para os indivíduos. Sem um estado que as desempenhe, os indivíduos ficarão presa fácil dos mais fortes ou mais ardilosos, tanto dentro como fora da comunidade em que vivem.
Tendo definido essas três como funções legítimas e indispensáveis do estado, a filosofia liberal passa a sustentar que elas são as únicas funções que o estado deve exercer. Se o liberalismo se distingue, de um lado, do anarquismo, por defender a necessidade do estado, distingue-se, de outro, tanto da democracia social como do socialismo, por defender a não participação do estado na vida econômica e (conseqüentemente) a propriedade privada dos meios de produção. Assim, quando aplicado à economia, o liberalismo resulta na tese de que o mercado é o melhor regulador da atividade econômica, e que o estado deve, portanto, se abster de envolvimento na economia, tanto no que diz respeito à produção como no que diz respeito à distribuição de riquezas, ou até mesmo na regulamentação do processo.
O liberalismo é zeloso defensor da liberdade dos indivíduos. Essa liberdade é sempre concebida, porém, de forma negativa. O indivíduo é tão mais livre quanto menos ele é impedido de realizar seus desejos e objetivos por fatores externos a ele. A única restrição legítima à liberdade do indivíduo que o liberalismo admite é aquela decorrente do princípio de que todos devem ser igualmente livres. A liberdade de um indivíduo só pode ser restringida, portanto, quando sua não restrição implique na restrição da liberdade de outros. Em suma, a liberdade de um termina onde começa a do outro.
O liberalismo geralmente exprime essa sua defesa da liberdade dos indivíduos através de uma defesa dos chamados direitos individuais. Esses direitos são, fundamentalmente, o direito à vida, à expressão, e à busca da felicidade. Para o liberalismo, esses direitos básicos implicam um outro: o direito à propriedade. Sem o direito à propriedade, o indivíduo não poderá dispor livremente do produto de seu trabalho e, portanto, não poderá usufruir, em sua plenitude, do direito à vida, à expressão e à busca da felicidade.
É preciso observar, porém, que esses direitos também são concebidos de forma negativa.
Se o indivíduo tem direito à vida, por exemplo, isso implica apenas que nenhum outro indivíduo, ou nenhuma instituição, tem direito de lhe tirar a vida, ou de colocá-la em risco. (Só ele mesmo pode tirar sua vida ou colocá-la em risco). Esse direito, sendo negativo, não implica (exceto no caso de crianças) que alguém (indivíduo, instituição, ou o próprio estado) tenha o dever de lhe dar os meios de manter-se vivo (terra, emprego, alimentação, atenção médica, educação, conhecimento, treinamento, etc.) Esses meios é o próprio indivíduo que tem que prover para si próprio através de seu trabalho.
O direito à expressão, por exemplo, só implica que ninguém deve impedir o indivíduo de viver como queira, de pensar e dizer o deseje, enfim, de exprimir seu modo de ser, de viver, de pensar, etc. Não implica que alguém tenha que lhe fornecer os meios de se exprimir (um forum, um palanque, um microfone, uma coluna no jornal, etc.). Esses meios é o próprio indivíduo que tem que conquistar por si mesmo.
O direito à busca da felicidade, por exemplo, implica apenas que o indivíduo não deve ser impedido de buscar a felicidade na forma que ele julgar mais adequada. Esse direito não implica que alguém precise fazê-lo feliz ou garantir que ele esteja feliz.
O direito à propriedade, por exemplo, implica tão apenas que ninguém tem o direito de dispor dos bens de um indivíduo, sem seu consentimento. Não implica que alguém tenha que prover-lhe de bens: essa é uma responsabilidade exclusivamente sua.
Por aí se vê que o liberalismo não reconhece como direitos os chamados "direitos sociais" que se infiltraram até mesmo na nova Constituição Brasileira, como os supostos direitos à saúde, à educação, ao trabalho, à moradia, ao transporte, etc. Esses direitos putativos não são negativos. Quando alguém reclama um suposto direito à saúde, não está reivindicando que ninguém o impeça de cuidar de sua saúde como achar melhor: está pretendendo, isto sim, que alguém (geralmente o estado) cuide da saúde dele. Quando alguém reclama um suposto direito à educação, não está reivindicando que ninguém o impeça de buscar a educação que deseja: está pretendendo, isto sim, que alguém (geralmente o estado) assuma a sua educação. Da mesma forma com o trabalho, a moradia, o transporte.
Esses chamados direitos sociais não são reconhecidos como direitos pelo liberalismo porque eles impõem a terceiros deveres que estes não assumiram livremente, e, portanto, violam a liberdade daqueles que (se forem reconhecidos esses supostos direitos) eventualmente serão obrigados a arcar com o custo do seu atendimento. Geralmente a responsabilidade (o "dever") de atender a esses supostos direitos é atribuída ao estado ("Saúde/Educação/Transporte/etc.: direito do cidadão, dever do estado"). Dessa forma, atribuem-se ao estado funções positivas, das quais ele só se desincumbe (geralmente mal) confiscando recursos dos cidadãos, através de impostos e taxas, obrigando-os, assim, a custear atividades que podem não desejar custear e, portanto, violando a sua liberdade.
No que diz respeito à educação, pode-se perceber, por esse breve resumo, que o liberalismo é, em princípio, contrário a teses como a da obrigatoriedade da educação e a do dever do estado de oferecer educação (mesmo que não gratuita). Para o liberalismo, não é função do estado oferecer nem mesmo regulamentar a educação, que só deve ser regulada pelo mercado. Por aí se vê que o liberalismo se contrapõe a alguns dos principais movimentos e tendências da educação atual. O progressivismo e o movimento chamado da escola nova, por exemplo, embora compatíveis com o liberalismo em vários aspectos, não são liberais na medida em que encampam a luta pela escola pública.
Para bem entender o liberalismo, portanto, será preciso contrastá-lo com outras tendências políticas (em especial a social democracia e o socialismo).
Como este é um curso ministrado dentro de uma Faculdade de Educação, as implicações da posição liberal para a educação serão freqüentemente destacadas, com especial atenção a teorias educacionais como progressivismo e escola-novismo, que serão contrastadas como teorias educacionais inspiradas por outras filosofias, como as do essencialismo, perenialismo, e, principalmente, as inspiradas pelo marxismo.
1. Levar o aluno a refletir sobre o lugar, a natureza e a tarefa da filosofia dentro do quadro intelectual contemporâneo e a entender a natureza específica da reflexão filosófica (Unidade 1).
2. Levar o aluno a perceber a importância da filosofia política como enquadramento necessário para a filosofia da educação e a compreender a natureza básica da filosofia política, a saber, a reflexão sobre o indivíduo em relação com a sociedade (Unidade 2).
3. Levar o aluno a conhecer a teoria do liberalismo através do estudo de seus principais representantes, tanto nos séculos XVIII e XIX como no século XX (Unidade 3).
4. Levar o aluno a compreender as implicações do liberalismo para a área econômica: o capitalismo "laissez faire" (Unidade 4).
5. Levar o aluno a refletir sobre a relação existente entre o liberalismo e a educação (Unidade 5).
6. Levar o aluno a investigar a questão das causas das desigualdades no desempenho escolar (fracasso e sucesso) a partir da ótica do liberalismo e a contrastar as conclusões alcançadas com propostas alternativas (Unidade 6).
7. Levar o aluno a pensar sobre algumas iniciativas implementadas na área educacional com vistas a reduzir a gama de desigualdades no desempenho escolar e a promover igualdade de oportunidades (Unidade 7).
8. Levar o aluno a refletir sobre o problema da desigualdade social e econômica, sobre a questão da justiça -- a propriamente dita e a chamada "justiça social" -- e sobre o eventual papel da escola nessa problemática (Unidade 8).
O programa a ser desenvolvido se relaciona aos objetivos específicos arrolados, estando, portanto, dividido em oito unidades.
Natureza e Tarefa da Filosofia
Filosofia, Ciência e Outros Empreendimentos Intelectuais
Natureza e Tarefa da Filosofia da Educação
Filosofia da Educação e Teoria da Educação
Filosofia Política e a Questão do Indivíduo e a Sociedade
Visões Alternativas da Relação entre o Indivíduo e a Sociedade
Visões que dão Primazia à Sociedade
Visões que dão Primazia ao Indivíduo
A Teoria Liberal: Conceituação
Liberalismo no Século XVIII (Locke, Hume, Adam Smith)
Liberalismo no Século XIX (John Stuart Mill)
Liberalismo no Século XX (Ludwig von Mises, Frederic von Hayek, Karl Popper, Ayn Rand)
Liberalismo na Área Econômica
Raizes do Capitalismo
Capitalismo Clássico ou "Laissez Faire"
Capitalismo Contemporâneo
Liberalismo e a Educação
A Educação Liberal
Progressivismo
A Escola Nova
Liberalismo e a Desigualdade no Desempenho Escolar
Teorias Não-Liberais Acerca do Fracasso Escolar
A Questão do Sucesso Escolar e a Acomodação
Uma Interpretação Liberal do Problema
Liberalismo, Educação e Desigualdade Social e Econômica
Tentativas de Implantar a Igualdade de Oportunidades
"Upward Bound", "Head Start" e "Affirmative Action" nos Estados Unidos
Projetos Brasileiros
Liberalismo e o Problema do Igualitarismo
A Questão da Chamada "Justiça Social"
"Justiça Social" e Inveja
Justiça, Propriamente Dita, e Educação
Tendo em vista o fato de que esta disciplina é semestral, se forem usadas, em média, duas semanas para cada unidade, todo o programa estará coberto em dezesseis semanas, que é virtualmente a duração prevista para o semestre letivo. Como há quatro horas de aula por semana, a média será dedicar oito horas para cada unidade.
Todas as aulas terão componentes expositivos, dialogados e "discutitivos". Defino uma aula puramente expositiva como uma aula em que apenas o professor fala, no estilo de uma conferência. Uma aula "discutitiva" é uma aula em que o professor promove a discussão de uma tema com os alunos. Todos aqui falam -- e o professor intervém mais para coordenar a discussão do que para externar seu ponto de vista (o que, porém, pode e deve fazer, se for necessário). Uma aula dialogada é uma mistura de uma aula expositiva com uma aula "discutitiva": o professor expõe determinados conceitos e abre a discussão sobre eles, podendo, em determinados momentos, fazer pequenas exposições que se mostrem necessárias.
O pressuposto desta metodologia é que a filosofia apenas caminha à medida que opiniões e teorias (mesmo as do professor) são cuidadosamente analisadas e criticadas. Análise e crítica são dois dos pilares básicos em que se assenta a metodologia. O terceiro é o respeito pelas opiniões alheias, respeito este que se manifesta quando as levamos a sério, analisando-as com rigor e submetendo-as à mais severa crítica que conseguirmos fazer.
Os livros mencionados na pequena Bibliografia ou são textos essenciais ou textos importantes para a compreensão da postura liberal e incluem a maior parte dos tópicos constantes das oito unidades. É responsabilidade dos alunos procurar esses textos, lê-los e estar preparados para a discussão em classe. Essa discussão, porém, raramente se limitará ao material contido nos textos.
Diferentemente do que aconteceu no primeiro semestre, neste deverão ser apresentadas, como trabalhos, como se indicará a seguir, duas resenhas críticas sobre livros cuja leitura, portanto, é obrigatória. Cada resenha versará sobre dois livros, devendo, portanto, ser lidos quatro livros (que são indicados como "Leitura Essencial" na Bibliografia). Além disso, haverá quatro seminários apresentados pelos alunos, um sobre cada um dos quatro livros indicados como "Leitura Essencial" na Bibliografia (os mesmos, portanto, sobre os quais serão feitas as resenhas). Além disso, não serão exigidas outras atividades voltadas para conferir se o aluno está ou não fazendo as "Leituras Importantes" indicadas na Bibliografia ou outras leituras pertinentes. Parto do pressuposto de que é o aluno o maior interessado em aprender e que é parte do aprendizado que se espera do aluno procurar materiais que ilustrem os temas que serão discutidos em classe.
O rendimento do aluno será avaliado através de:
a) uma primeira resenha crítica, feita em grupo (de, no máximo cinco alunos), a ser entregue no máximo até a metade do período letivo (valendo 30% do total da nota), sobre os dois livros a seguir listados:
Ayn Rand, A Virtude do Egoísmo (Editora Ortiz / Instituto Liberal, Porto Alegre, 1991)
Ludwig von Mises, A Mentalidade Anticapitalista (José Olympio Editora / Instituto Liberal, Rio de Janeiro)
b) uma segunda resenha crítica, feita em grupo (de, no máximo cinco alunos), a ser entregue no máximo até o final do período letivo (também valendo 30% do total da nota), sobre os dois livros a seguir listados:
Frederick von Hayek, O Caminho da Servidão (Editora Expressão e Cultura / Instituto Liberal, Rio de Janeiro, 1987)
Ludwig von Mises, Liberalismo (José Olympio Editora / Instituto Liberal, Rio de Janeiro, 1987)
c) um seminário de 90 minutos, apresentado por um grupo de alunos. Haverá quatro seminários, cada um sobre um dos livros indicados atrás. Os alunos da classe deverão se dividir em quatro grupos de tamanho que represente mais ou menos um quarto da classe para os seminários. Cada aluno deverá participar de um grupo, nada a/o impedindo, porém, de participar de mais de um grupo. Os seminários serão apresentados durante o mês de Novembro (valor 20% do total da nota). Independentemente do tópico do seminário em que venham a participar, todos os alunos têm que apresentar as duas resenhas indicadas no item anterior.
d) sua participação nas discussões em sala de aula, em particular durante os seminários dos colegas (valor 20% do total da nota).
Os alunos que o desejarem poderão solicitar um exame final, versando sobre toda a matéria.
O critério preponderante que será aplicado na avaliação é o da capacidade de argumentação dos alunos. Isto significa que os alunos serão avaliados não tanto em função de teses que proponham, de pontos de vista que apresentem, mas sim em função de como argumentam a favor dessas teses e de como justificam esses pontos de vista. Argumentação e justificação envolvem aspectos lógicos (clareza conceitual, coerência, validade formal de raciocínio, etc), aspectos epistemológicos (apelo à evidência, por exemplo), e aspectos lingüísticos, representados pelo domínio eficiente da linguagem (que está inseparavamente entrelaçado com o domínio da lógica).
Faço um parêntese aqui para discutir a questão do "domínio eficiente da linguagem". Estuda-se a linguagem, em especial a gramática e a literatura, não por pedantismo, mas porque a linguagem é o veículo através do qual o pensamento se expressa. É verdade que a correção da expressão lingüística não garante, por si só, que o pensamento nela veiculado seja de boa qualidade. Isso significa que é possível ter conteúdo sem qualidade em forma correta. Contudo, no caso de pensamento e linguagem, dificilmente ocorre o oposto: conteúdo de boa qualidade em forma inadequada. A relação existente entre pensamento e linguagem é tão íntima que uma linguagem inadequada dificilmente permite que se expresse um pensamento claro e preciso. Na realidade, a inadequação lingüística geralmente é sintomática de pensamento obscuro e impreciso, de confusão nos conceitos e proposições (entidades lógicas) que subjazem aos termos e às orações (entidades lingüísticas).
Temos, como seres humanos, necessidade de comunicação constante com nossos semelhantes. Essa necessidade nos coloca diante de um imperativo: ou aprendemos a pensar com clareza e precisão e a comunicar esse pensamento de maneira correta, ou seremos deixados ou passados para trás por aqueles que o sabem. Embora, possivelmente, sempre vá haver semianalfabetos, ou mesmo analfabetos, que alcançam uma certa medida de sucesso, o número destes tende a reduzir-se, no tipo de sociedade em que vivemos, ao nível do estatisticamente desprezível. Por isso, o estudo da linguagem é, geralmente, um primeiro e importante passo para quem deseja ser bem sucedido, pessoal e profissionalmente. Fim do parêntese.
As normas da Universidade determinam que será reprovado por faltas o aluno que faltar a mais de 25% das aulas. Como deveremos ter 16 encontros de 4 horas-aula, o limite máximo de faltas é de quatro encontros (16 horas-aula).
LEITURAS BÁSICAS E PRELIMINARES (Pano de Fundo)
01. Eduardo O C Chaves, Em Defesa do Liberalismo (texto em elaboração, disponiblizado apenas na Internet para a discussão dos alunos). [Este não é um texto pronto para publicação: só é colocado aqui para discussão pelos alunos porque cobre a maior parte dos tópicos que serão discutidos em classe]
02. Eduardo O C Chaves, "Justiça Social, Igualitarismo e Inveja" (versão revista e ampliada de um artigo originalmente publicado em Pro-Posições, revista da Faculdade de Educação da UNICAMP).
03. Elbert Hubbard, "Mensagem a Garcia" (1899)
LEITURAS ESSENCIAIS
01. Ludwig von Mises, A Mentalidade Anticapitalista (José Olympio Editora / Instituto Liberal, Rio de Janeiro)
02. Ayn Rand, A Virtude do Egoísmo (Editora Ortiz / Instituto Liberal, Porto Alegre, 1991)
03. Karl Popper, A Sociedade Aberta e seus Inimigos (Editora Itatiaia, Belo Horizonte, MG)
04. Frederick von Hayek, O Caminho da Servidão (Editora Expressão e Cultura / Instituto Liberal, Rio de Janeiro, 1987)
05. Ludwig von Mises, Liberalismo (José Olympio Editora / Instituto Liberal, Rio de Janeiro, 1987)
06. Ludwig con Mises, Socialismo
LEITURAS IMPORTANTES
O1. Adam Smith, A Riqueza das Nações (O texto integral em Inglês, An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations, está neste site, para a sua conveniência).
02. David Hume, Ensaios Filosóficos e Políticos
03. John Stuart Mill, Da Liberdade (em Os Pensadores, Editora Abril, São Paulo). (O texto integral em Inglês, On Liberty, está neste site, para a sua conveniência).
04. José Guilherme Merquior, O Liberalismo Antigo e Moderno (Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1991)
SITES ACERCA DOS AUTORES PRINCIPAIS DISCUTIDOS NO CURSO
Ludwig von Mises
Friedrich von Hayek
Karl Popper e o Racionalismo Crítico
Ayn Rand e o Objetivismo
Ayn Rand (Eduardo Chaves)
The Institute for Objectivist Studies (David Kelley)
The Ayn Rand Institute (Leonard Peikoff)
Philosophy: Who Needs It? (Leonard Peikoff)
Objectivism and Ayn Rand (Paul Szpunar et alia)
Objectivism on the WWW (Diana Mertz Brickell)
The Objectivism Resource Guide (Mark J. Gardner)
The Intellectual Activist (Robert W. Stubblefield)
Objectivism Study Group (Robert W.Stubblefield)
Laissez Faire City (Jack Freeman, City Clerk) [password required in some places]
Objectivism Texts On-Line (Acesso a textos objetivistas na Internet)
SITES ACERCA DE AUTORES SECUNDÁRIOS DISCUTIDOS NO CURSO
Adam Smith
"An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations" - available locally
"An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations" - avialable remotely
David Hume
John Stuart Mill
"On LIberty" - available locally
"On Liberty" - available remotely
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Last revised: May 02, 2004